EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE

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Acompanhando o dinamismo da evolução de conceitos a nível mundial, a educação ambiental é atualmente entendida no contexto mais amplo do desenvolvimento sustentável, sendo um fator determinante para a integração transversal dos objetivos ambientais nos sectores determinantes do desenvolvimento social e económico.

De um modo abrangente a APA procura não só desenvolver mas também apoiar iniciativas de educação formal e não formal quer, subsidiariamente, de organizações da sociedade civil, quer de outros organismos do Estado.

Deste modo a APA procura promover de uma forma eficaz e eficiente práticas de cidadania consciente, responsável e ativa em todos os âmbitos da sociedade, para que seja exequível caminhar no sentido da sustentabilidade do desenvolvimento sob o princípio da solidariedade intra e inter gerações.

O pilar ambiental será naturalmente privilegiado entre os critérios de avaliação dos programas, projetos e iniciativas a empreender e a apoiar, não só pelas competências da APA como também pelo facto de frequentemente ser o mais negligenciado.

Em 2017 e na sequência de um processo participativo, foi aprovada a Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA 2020), que pretende estabelecer um compromisso colaborativo, estratégico e de coesão na construção da literacia ambiental em Portugal, através de uma cidadania inclusiva e visionária que conduza a uma mudança de paradigma civilizacional, traduzido em modelos de conduta sustentáveis em todas as dimensões da atividade humana. A concretização desta Estratégia prevê 16 medidas enquadradas por 3 objetivos estratégicos:

  • Educação Ambiental Transversal,
  • Educação Ambiental Aberta e
  • Educação Ambiental Participada.

Merece referência o trabalho desenvolvido pelo Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa que, com o apoio da APA, analisou o panorama dos projetos levados a cabo em Portugal na área da educação ambiental e para o desenvolvimento sustentável, tendo publicado os resultados em 2010 na publicação “Educação Ambiental. Balanço e perspetivas para uma agenda mais sustentável”.